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Meu caminho nesse mundo, eu sei.Vai ter um brilho incerto e louco dos que nunca perdem pouco,nunca levam pouco,mas se um dia eu me der bem,vai ser sem jogo (...)Cazuza. Uma menina comum.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Olá Queridos! Está semana estou embriagada de saudades da minha mãe; que viajou . Por isso, a crônica de hoje remete diretamente a ela, apenas uma brincadeira de uma das nossas histórias e desventuras, espero que gostem! Abraços guapos!

DORALICE

Doralice tinha tudo de melhor, e tinha o meu afeto, e a total compreensão dos detalhes do mundo. Aqueles olhos negros reluziam toda a coragem que eu precisava para suportar nos dias chuvosos.
"Decifra-me ou Devoro-te",queria uma frase menos épica para nossa jornada. Enfim,
Para minha grande amiga, Dora.
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Belinha: Mãe!!!!!
Tereza: Que foi?
Belinha: Onde está Dora!
Tereza: Quem?
Belinha: Doralice!
Tereza: Não faço idéia de quem você está falando..
Belinha: Mãe, o que você está fazendo?!
Tereza: O almoço
Belinha: AH! SUA ASSASSINA! MONSTRO TERRÍVEL! LEVIATÃ!
Tereza: Que drama é este menina!
Belinha: Olha bem! Você a matou, matou Dora.
Tereza: Dora é sua galinha?
Belinha: Quem mais seria!?! Um unicórnio reluzente! Meu amiguinho imaginário, oras! Que criatividade seria a minha não?!
Tereza: Não vou lhe responder. Mas o que você sugere..
Belinha: Vida vegetariana! ou compre outra galinha!
Tereza: Não seria hipocrisia?
Belinha: Não, é psicologicamente explicado, eu tinha uma relação pessoal com Dora, você a destruiu ,assim como a mãe de Alexandre,o Grande, destruiu seus amigos e veja o fim trágico dele: sem ninguém, morto, sozinho! Mas pelo menos ele desfrutou dias de glória com o Bucéfalo, seu cavalo e AMIGO leal!!!
Tereza: Você não conquistou nem o quarteirão de bicicleta..
Belinha: Onde está seu senso de justiça!
Tereza: Neste momento, no meu estômago.
Belinha: Assim caminha a humanidade.. Em pensar que Dora gostava de você...
Tereza: Ah, você falou com ela!
Belinha: Não seja boba, galinhas não falam! Mas ela ciscava três vezes quando você passava pela sala!
Tereza: Ah, eu sinto muito querida. Podemos almoçar?
Belinha: Depende, posso ter um coelho?
Tereza: Talvez.
Belinha: Coelhos viram jantar ou almoço?
Tereza: Não!!Eles só entregam ovos de chocolate durante a Páscoa!
Belinha: Isso foi uma ironia?
Tereza: Claro que não querida. Agora me passa o molho pardo.
Belinha: Grande Dora.. Mãe, a Páscoa é uma data religiosa?
Tereza: Sim, semana santa, a ressurreição de Jesus Cristo.
Belinha: Porque é representada por um coelho? Jesus era um coelho? Ah minha nossa, mataram Jesus! A senhora mataria meu coelho?
Tereza: Não diga bobagens, Jesus não era um coelho!
Belinha: Mas a Senhora mataria meu coelho?
Tereza: Não sei
Belinha: E se eu colocar o nome dele de Jesus! A senhora o matará?
Tereza: Aonde você está aprendendo isso! Coitada da sua professora de catequese.
Belinha: Posso cantar uma música para você?
Tereza: Tudo bem filha! Cante..
Belinha: Eu tinha uma galinha que se chamava "Doralice", um dia mamãe com fome, papou a "Doralice"!
Tereza: Nada de coelhos!

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[EXPOSIÇÃO]



O Museu do Estado de Pernambuco, juntamente com o consulado dos Estados Unidos, traz para o Recife uma exposição com obras de um dos mais renomados fotógrafos mundiais que usam o índio e sua cultura como temática: Edward Curtis. Nomeada “Legado Sagrado”, a exposição foca em cartaz de 13 de maio a 13 de junho.

As fotos são do arquivo pessoal do curador da exposição, Christopher Cardozo, que possui a coleção mais completa de Curtis no mundo. No entanto, a exposição não se limita aos índios norte-americanos, já que será exibido parte do acervo da coleção Carlos Estevão de Oliveira, que é composta por objetos utilizados nos antigos rituais e fotografias de povos como o Canela, Pankararu, Tuxá e Fulni-ô.

Local: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças)
Quando: 13 de maio a 13 de Junho
Hora: Terça a sexta das 9h às 18h; e sábado e domingo das 14h às 18h

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Já que a Copa do Mundo está perto! Robinho, Neymar e Ganso, ao som de single ladies!

terça-feira, 11 de maio de 2010

EI, CARAS PÁLIDAS!

Essa semana não está sendo muito criativa, lhes confesso que este texto (a cartomante) fiz na sexta-feira passada, tentei escrever algo relativamente agradável hoje, mas não ultrapassei isto:


Contatos Imediatos de Terceiro Grau :


-Minha consciência: ESTAMOS EM BREVE, POR FAVOR DEIXE SUA RECLAMAÇÃO NO POSTO AO LADO.

Fernanda : Ainda tenta ser cordial, droga.

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Espero que gostem a crônica, remete ao estilo "café com leite" de ontem. Vou continuar suportando; embora não sem dor esse descaso criativo, até amanhã surge algo novo, se não ,telefono para mamãe (motivação de alto impacto melhor não há). Boa sorte pessoal.


A Cartomante:


-Numa baita curiosidade! Entrei num desses cubículos onde oferecem leituras sobre os clássicos: passado, presente e futuro.


Dona Margô: Então, o que temos?
Renato: Temos?
Dona Margô: Digo, o que desejas saber rapaz?
Renato: Ah claro! Que tal uma surpresa?
Dona Margô: Quando ela virá?
Renato: Não, não Senhora! Quero que me diga algo novo!
Dona Margô: Podemos então começar cortando as cartas, por favor querido.
Renato: Tudo bem. Isso tem base?
Dona Margô: Vejo que vem de longe! Ah, é de Minas!
Renato: Mas isso o meu sotaque já mostra!
Dona Margô: Continuemos. Não me desconcentre, por favor.
Renato: Certo, certo.
Dona Margô: Hum, família grande, muitos irmãos?
Renato: Não, sou filho único.
Dona Margô: Então trabalha com crianças?
Renato: Também não, sou contador.
Dona Margô: Logo vi!
Renato: A Senhora acabou de me perguntar se eu era professor!
Dona Margô: Para confirmar a minha previsão nas cartas! Logo percebi que o Senhor é contador, tem cara de tal!
Renato: Mamãe disse que eu tinha cara de artista!
Dona Margô: Podemos ver se isso é uma aspiração futura?O que acha?
Renato: Não obrigado. Continue.
Dona Margô: Um amor platônico?
Renato: Uma vez fiz um intercâmbio e...
Dona Margô: Conheceu uma estrangeira!
Renato: Não exatamente, ela era brasileira mesmo, aqui de Passo Fundo
Dona Margô: Vocês vão se reencontrar! E o Senhor terá um novo cargo em seu escritório!
Renato: Jura? Pensei que estavam fazendo cortes, mas que maravilha!
Dona Margô: Não meu rapaz, eu vejo tudo nas cartas! Está escrito, mas agora tenho que ir. São 50 reais pela consulta.
Renato: Aonde a Senhora vai?
Dona Margô: Tenho que ir para meu trabalho
Renato: Uai! Como assim?
Dona Margô: Sou auxiliar num escritório de contabilidade, está na minha hora.
Renato: Mas e toda essa história sobre o meu futuro, a minha esposa do exterior!
Dona Margô: Bah, acredite nas cartas!
Renato: Que danado de cartas! A senhora me enganou!
Dona Margô: Nunca, as cartas nunca erram, nunca.
Renato: Opa, opa! Escritório de contabilidade! Ah, estou reconhecendo a Senhora
Dona Margô: A mim?
Renato: Vou lhe fazer uma previsão gratuita: Vejamos, assim que a Senhora chegar no seu escritório, vai encontrar um Rapaz chamado Antônio, e logo depois subirá até o vigésimo segunda andar..
Dona Margô: Como sabe disso?
Renato: Também vi nas cartas! Além do mais, eu só queria um cafezinho descafeinado, mas não tinha ninguém no setor de auxilio, então vim até a avenida, procurar por um, mas tive a infeliz ideia de entrar aqui.
Dona Margô: Estou sem palavras. Como adivinhou?
Renato: Li no bule do café na esquina... Ainda me admiro não acertar nada sobre mim, sou do setor da Senhora!
Dona Margô: Mas Seu Renato o Senhor bem acreditou nas minhas previsões.
Renato: É um Bololê (confusão) mesmo, o que não faz a falta de um cafezinho.
Dona Margô: Verdade Seu Renato? Ali no Seu Brás tem um ótimo!
Renato: Lá vende descafeinado?
Dona Margô: Tem de tudo Seu Renato! Acredite foi destino!
Renato: Foi o cafezinho!
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• Bololê =confusão na gíria mineira
•Bule= é o utensílio culinário usado para preparar e servir o chá, especialmente nos países orientais, ou café.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Acordei no estilo "café com leite". Como já é de costume fiquei perambulando pela casa, parecendo uma enferma,olhos cansados, pijama e livro de tira colo.Ah, destesto ficar sem "mais nem porquê". Não ouso escrever muita coisa hoje,amanhã apareço de verdade, tenho uma nova crônica para lhes mostrar, sem mais delongas, Caio Fernando Abreu :

"Fico vivendo uma vida toda pra dentro, lendo, escrevendo, ouvindo música o tempo todo...Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir o nãos que a vida te enfia goela abaixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar café e continua .." "Por que, na segunda-feira, eles (nós) não revelam a carência do fim de semana e se dizem coisas duras?"

Bom início de semana pessoal!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Hoje é sexta-feira!
Espero que gostem do texto de Rodrigo Martins, colunista da Carta Capital.Achei justo
mostrar-lhes o bom senso de humor e a excelente história do jornalista.
Bom final de semana queridos!

''Jesus Cristo era um ET''- Rodrigo Martins

A placa na rua Joaquim Távora, zona sul de São Paulo, desperta a curiosidade dos pedestres: “Conserto de malas e bolsas. Estúdio para ensaios e gravações de bandas. Consultoria sobre discos voadores na Bíblia etc.” Ao soar da campainha, o sonolento cachorro não esboça reação no quintal da casa de portão azul. “Pois não?”, pergunta, da janela, um homem com olhar desconfiado, barba e cabelos desalinhados. “Estou interessado na consultoria de -óvnis.” Breve pausa e a resposta: “Você está preparado? É muito sério o que vou dizer”.

O consultor de discos voadores é Lourival Gomes Navarro, 52 anos. Guitarrista da banda Válvula de Escape Intergaláticos, ele possui um pequeno estúdio com isolamento acústico em casa, que aluga para quem quer ensaiar música sem perturbar os vizinhos. Também trabalha num apertado quartinho, onde realiza reparos em bolsas de toda espécie. Quanto ao serviço de consultoria, esclarece desde o início, é gratuito. “Não posso cobrar por um conhecimento que adquiri sem pagar nada.”

Lourival dedica-se ao estudo de extraterrestres há 12 anos. Embrenhou-se nas publicações e nos congressos de ufologia após ver uma gigantesca nave espacial sobrevoando a Vila Mariana, acompanhada por dezenas de discos voadores de tamanho menor. “Era um domingo ensolarado. Estava na rua com um amigo, que testemunhou tudo. A nave-mãe tinha quilômetros de extensão e os discos, ao menos uns 50 metros de diâmetro”, explica. Além do companheiro, não tem conhecimento de outras pessoas que tenham visto o que imaginou ser “uma invasão da Terra”. Nem por isso se abala. “Este bairro vive às moscas no fim de semana. E são poucas as pessoas que olham para o alto”, afirma.

Vencer a desconfiança de familiares e as chacotas de amigos não foi tarefa fácil, mas ele garante ter logrado certo êxito. “É muito difícil alguém que não viu um óvni acreditar. Muitos preferem nem comentar o testemunho para não ser tachados de loucos. Mas, pouco a pouco, os militares estão divulgando informações sigilosas sobre a presença dos ETs. Fora os frequentes relatos de quem tem coragem de dizer que viu óvnis”, afirma. “Aqui mesmo, na Vila, conheci uma advogada que também observou um disco voador. Eu mesmo voltei a ver outros óvnis numa noite. Fotografei, mas a imagem saiu ruim. Acho que a Vila Mariana está na rota de passagem deles.”

Para Lourival, os militares americanos e o Vaticano têm segredos valiosíssimos sobre a existência dos ETs. Mas tudo está guardado a sete chaves. “Eles não têm interesse em divulgar isso. Fazem o que podem para lançar desmentidos e esconder as provas e evidências. Quando surgiu aquele caso do ET de Varginha, por exemplo,- colegas- me contaram que testemunhas foram subornadas para ficar quietas”, conta. “Mas basta ler a Bíblia com atenção para constatar o que digo. Para mim, Jesus Cristo era um extraterrestre. Ele mesmo dizia. Vim do alto e voltarei para o alto.”

Das leituras bíblicas, lembra de cabeça passagens que reforçam sua crença (ou, como define, “ciência”). “O que era a carruagem de fogo que arrebatou o profeta Elias? E quanto ao Salmo 68, versículo 17, que diz que os carros de Deus são miríades, milhares de miríades’. Há numerosas passagens que comprovam a existência dos discos voa-dores. Mas os religiosos interpretam isso como querem”, lamenta. Com um exemplar da revista UFO nas mãos, mostra detalhes em pinturas sacras antiquíssimas parecidos com naves espaciais.

Antes devoto da Igreja Católica e, depois, da Assembleia de Deus, Lourival diz que nenhuma religião é capaz de responder às suas dúvidas e inquietações. Por isso, faz da leitura bíblica apenas uma busca pela “verdade” da existência dos óvnis. E evita as discussões com “religiosos céticos”, como o pastor de uma igreja evangélica vizinha. “Eu mostrava para ele os indícios da Bíblia e ele rebatia: ‘Você realmente acha que Deus precisa de um disco voador para fazer valer sua vontade?’ Não adiantava argumentar. Na última discussão, fui cercado por fiéis, que ergueram os braços e começaram a rezar como se eu estivesse possuído pelo demônio. Nunca mais voltei.”

Em casa, coleciona réplicas dos discos voadores que viu e dezenas de outros brinquedos, de ETs de pelúcia a maquetes de naves intergalácticas, boa parte deles presentes de amigos. Também ostenta uma tatuagem com o desenho dos óvnis que viu à luz do dia, sob os céus paulistanos. Quanto à consultoria, queixa-se da baixa procura. “A maioria só toca a campainha para tirar sarro. Também já tacaram pedras na minha placa e passaram trotes por telefone. O último foi de alguém que dizia ser da Rede Globo, mas não era reportagem coisa nenhuma. Por isso pedi sua credencial quando você disse que era jornalista.”
Involuntariamente, ganhou notoriedade após o seu anúncio ser incluído no livro Brasil das Placas – Viagem por um país- ao pé da letra, editado pelo jornalista José Eduardo Camargo. “Não sei por que ele fotografou a minha placa escondido. Quando ele foi ao programa do Jô Soares, recebeu até uma bronca: ‘Como é que você vê uma placa dessas e não conversa com o dono?’” Também recebeu menções num jornal de bairro e numa revista. “Só notinhas curtas. Espero que você tenha mais espaço.”

Antes de voltar ao reparo das bolsas, Lourival despede-se com um pedido: “Pode divulgar meu trabalho de consultoria. Mas alerta o pessoal que é coisa séria. Não gostaria que batessem na minha porta para me chamarem de louco”. Recado dado.



quinta-feira, 6 de maio de 2010

Infelizmente assumo :Não existe concelho que funcione de forma plena, principalmente os clássicos, ainda mais ditos por parentes, e obviamente pela ilustre figura materna.
Afinal,quem nunca escutou : "Não brigue com seu irmão". Devo lhes dizer o tamanho esforço em obedecer a certas ordens, mas está não é funcional, não há tempo que não cause uma boa discussão, e decididamente não sou eu quem vai retirar a "ordem natural" dos fatos, como dizem os moralistas , certas tradições não devem se mudadas! Ou ao meu ver, pelo menos adiadas a longuíssimos prazos,(delante)diante as intermitências certas frases são ditas e supostas melhores.
Fernanda: - Porque você pegou meu caderno sem minha permissão?! Sabe bem que deve ter respeito e educação a mim e aos outros, e aos meus objetos!
Vitinho:- Quantos pronomes de posse.
Fernanda: -Olha,quando se deseja sinceramente algo é necessário que se aja com destreza, apoderar-se por simples vontade,num gesto meramente banal, não é justo.Certos atos precisam ser planejados e bem postos, é suficiente para mim e deveria ser também para você a ação comumente de pedir oque realmente quer,num julgamento justo tem-se o resultado do pedido..
****
Vitinho: -Você pede o meu amor?!?
Enfim,ao dedicado mentor da minha formação humana, meu irmãozinho caçula, meus sinceros agradecimentos.


[EXPOSIÇÃO]:



A Torre Malakoff , no Recife Antigo, recebe a partir desta sexta-feira (07/05) a exposição em homenagem ao fotografo francês Marc Riboud, contando com um acervo de 60 fotografias, durante no período em que trabalhou na Agência Magnum,principalmente com o fotojornalismo*.
O evento vai até o dia 20 de Junho, os horário são:
Terça a Sexta : Das 9h:30 às 17h
Sábados e Domingos: Das 14h às 17h
Para saber mais sobre Marc Riboud : http://www.marcriboud.com/

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Nunca aceite jogar com certas pessoas, principalmente crianças, tendo elas um ego exorbitante e um intelecto maior que o seu. Não digo isto pelo fato de que obviamente você perderá as partidas, não é o pior, assim como as horas de vangloriamento também são suportáveis, mas as ironias! Ah as ironias e a admirável capacidade em fazer certas analogias e supor fatos que você não conseguiu, é bem mais dantesco de explicar, que sensação..


Thiaguinho: - Joga comigo?

Fernanda: - Claro que não!

Thiaguinho: - Por favor querida vizinha!

Fernanda: - Eu vou perder no playstation! Pode ser um clássico?

Thiaguinho: - Xadrez!

Fernanda: - Você entende a lógica deste jogo?

Thiaguinho: - Acho que sim! Vou lhe explicar o que entendo: Primeiramente a burguesia tem o poder! Mediante aos seus decretos, estipulamos as partidas. Pois a dominação da nobreza tornou-se além de não fecunda,um mera figura ilustrativa,presente apenas nos bonitos cartões Elizabethanos distribuídos nos aeroportos londrinos. Entretanto ainda protegemos a "rainha" e seus desfrutes e erros inevitáveis, que chamamos de família real , e suas defesas direitistas , que chamamos de exército e igreja.
O resto,somos nós, andando um quadradinho de cada vez. Veja você o que acontece quando nos metemos a olhar para trás,criticar os poderes,ditos absolutos e justos,é nessa hora que o jogo termina sem o nosso XEQUE-MATE!

Fernanda: Que tal jogarmos "paciência"?

Thiaguinho: Mais? Não ,vou-me embora para as "damas". Um melhor desfrute do tempo.

Fernanda: Tudo bem, os dados já estão lançados..

* Ontem eu não tinha nenhum texto em mente. Revisei pelo menos mil vezes! E hoje acho que ainda não tenho.. Boa sorte meus queridos!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

"O nosso amor a gente inventa.."

Como diz Nelson Motta: Cazuza transformou!

Foi de mauricinho inteligente do bairro de Copacabana à cantor de rock influente.

Um verdadeiro apaixonado; com um humor de tamanha rispidez , tão ácido e por assim dizer, interessantíssimo, que nos fez reféns ,diga-se de boa vontade, consentimos compartilhar da sua alegria comedida e ao mesmo tempo exagerada, das músicas pertinentes e do seu sofrimento, tantas vezes negado pelo próprio e abalado entre a prosa e poesia que era sua vida,
afinal "Meu heróis morreram...", entretanto esta frase termina por aqui, pois a única overdose de que me lembro, é da contundência de seus versos.

Saudoso poeta -Aos 20 anos da sua morte, de sua eterna fã.
O tempo não para.

Vídeo de Cazuza/ Ironias ao reporter: